sexta-feira, 16 de março de 2012

"Verifique a classicação indicativa"

     A influência do poder da mídia é indiscutível. Não restam dúvidas de que o que passa nas telinhas se reflete fora dela e vice-versa. Tanto o material físico quanto o comportamento que é exposto pelos meios de comunicação são aderidos ao cotidiano das pessoas. Um grande exemplo dessa persuasão são as novelas, que ditam a moda e a atitude do momento. Tudo que ganha espaço na televisão se torna referência para os que acompanham. Porém, nem tudo que é referência, é algo positivo.
     É importante ressaltar que o público atingido não envolve somente os adultos, muitas crianças também tem acesso a esse conteúdo. Conteúdo esse, que em algumas ocasiões não é adequado para essa faixa etária. Mesmo existindo uma classificação indicativa para cada programa, não há o devido controle por parte dos pais ou responsáveis. Esse comportamento vai além do poder da mídia, tirando o nosso direito de culpá-la. A culpa é nossa. Nós, pais, familiares, não nos preocupamos com o quanto isso pode ser prejudicial para a formação do jovem.
     Assuntos como, drogas, sexo e violência são abordados diariamente na programação televisiva. Esse contato prematuro com os temas gera curiosidade nos pequenos que as assistem. Curiosidade gera estímulo, que os leva a procurar por tais experiências.  As consequências negativas para o futuro dessa geração têm uma dimensão maior do que podemos ponderar.
     Hoje, passamos a responsabilidade pra vocês, pais. Sejam cautelosos com o que permitem que seus filhos vejam. Procurem se informar sobre o conteúdo que eles têm acesso. Esse cuidado poderá minimizar os efeitos esperados para daqui a dez anos.

Por: Ana Clara Vetromille, Letícia Nunes e Paula Vigneron

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