A influência do poder da mídia é indiscutível. Não restam
dúvidas de que o que passa nas telinhas se reflete fora dela e vice-versa. Tanto
o material físico quanto o comportamento que é exposto pelos meios de
comunicação são aderidos ao cotidiano das pessoas. Um grande exemplo dessa
persuasão são as novelas, que ditam a moda e a atitude do momento. Tudo que ganha
espaço na televisão se torna referência para os que acompanham. Porém, nem tudo
que é referência, é algo positivo.
É importante ressaltar que o público atingido não envolve
somente os adultos, muitas crianças também tem acesso a esse conteúdo. Conteúdo
esse, que em algumas ocasiões não é adequado para essa faixa etária. Mesmo
existindo uma classificação indicativa para cada programa, não há o devido
controle por parte dos pais ou responsáveis. Esse comportamento vai além do
poder da mídia, tirando o nosso direito de culpá-la. A culpa é nossa. Nós,
pais, familiares, não nos preocupamos com o quanto isso pode ser prejudicial
para a formação do jovem.
Assuntos como, drogas, sexo e violência são abordados
diariamente na programação televisiva. Esse contato prematuro com os temas gera
curiosidade nos pequenos que as assistem. Curiosidade gera estímulo, que os leva
a procurar por tais experiências. As
consequências negativas para o futuro dessa geração têm uma dimensão maior do
que podemos ponderar.
Hoje, passamos a responsabilidade pra vocês, pais. Sejam
cautelosos com o que permitem que seus filhos vejam. Procurem se informar sobre
o conteúdo que eles têm acesso. Esse cuidado poderá minimizar os efeitos
esperados para daqui a dez anos.
Por: Ana Clara Vetromille, Letícia Nunes e Paula Vigneron

Nenhum comentário:
Postar um comentário