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No mundo atual, onde as
pessoas passam pelos menos uma hora por dia acessando a internet é quase
inevitável não se “aventurar” nas redes sociais. E são a partir delas que podemos
compartilhar com o mundo nossas opiniões, vontades, realizações etc.
Ao criar um perfil na
internet temos a oportunidade de estreitar laços de amizades com pessoas que
não vemos a tempo, matar a saudade de parentes ou amigos que moram longe e até conhecer
gente nova. Porém essas ferramentas, onde uma de suas funções é aproximar
acabam afastando de vez os seus usuários. Isso se deve ao crescimento da utilização da
tecnologia e a prisão do homem ao mundo virtual tornando se uma acomodação.
A substituição, por
exemplo, da mão de obra humana pela tecnologia, querendo ou não, cria uma
espécie de ponte para que o ser humano viva num isolamento social, sem falar na
vida mecânica gerada pela mesma. Além disso, faz com que as pessoas a utilizem
apenas para futilidades, gerando uma competitividade, principalmente nas redes
sociais. Muitas pessoas acabam misturando o que é virtual com a realidade, e
ficam tão alienadas que escondem o que realmente são por trás da telinha. Assim
passam a viver mais on-line e esquecem o que está acontecendo foram dela.
Aqueles que possuem muitos amigos no Facebook ou no Twitter, por exemplo, na
maioria das vezes não conversam com 80% deles nem na internet e muito menos
pessoalmente.
Hoje,
as redes sociais limitam a possibilidade do contato, do trabalho, da busca. O
adicionamento pelo desconhecido torna-se um fato normal, comum, o que acaba por
gerar um relacionamento, uma amizade, superficial, considerada nada mais que
uma simples soma inútil. Portanto as
pessoas devem prestar atenção se estão realmente utilizando a internet para o
próprio bem estar, procurando priorizar os relacionamentos com amigos e
família. Se desconectar um pouco e dar valor às coisas que a internet não
proporciona, pode fazer um bem maior do que ficar 24 horas sentado diante de um
computador.
Por: Iara Reis e Letícia Nunes.



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