domingo, 11 de março de 2012

Quando os números são mais importantes que os relacionamentos.


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No mundo atual, onde as pessoas passam pelos menos uma hora por dia acessando a internet é quase inevitável não se “aventurar” nas redes sociais. E são a partir delas que podemos compartilhar com o mundo nossas opiniões, vontades, realizações etc.

Ao criar um perfil na internet temos a oportunidade de estreitar laços de amizades com pessoas que não vemos a tempo, matar a saudade de parentes ou amigos que moram longe e até conhecer gente nova. Porém essas ferramentas, onde uma de suas funções é aproximar acabam afastando de vez os seus usuários.  Isso se deve ao crescimento da utilização da tecnologia e a prisão do homem ao mundo virtual tornando se uma acomodação.

A substituição, por exemplo, da mão de obra humana pela tecnologia, querendo ou não, cria uma espécie de ponte para que o ser humano viva num isolamento social, sem falar na vida mecânica gerada pela mesma. Além disso, faz com que as pessoas a utilizem apenas para futilidades, gerando uma competitividade, principalmente nas redes sociais. Muitas pessoas acabam misturando o que é virtual com a realidade, e ficam tão alienadas que escondem o que realmente são por trás da telinha. Assim passam a viver mais on-line e esquecem o que está acontecendo foram dela. Aqueles que possuem muitos amigos no Facebook ou no Twitter, por exemplo, na maioria das vezes não conversam com 80% deles nem na internet e muito menos pessoalmente.


Hoje, as redes sociais limitam a possibilidade do contato, do trabalho, da busca. O adicionamento pelo desconhecido torna-se um fato normal, comum, o que acaba por gerar um relacionamento, uma amizade, superficial, considerada nada mais que uma simples soma inútil.  Portanto as pessoas devem prestar atenção se estão realmente utilizando a internet para o próprio bem estar, procurando priorizar os relacionamentos com amigos e família. Se desconectar um pouco e dar valor às coisas que a internet não proporciona, pode fazer um bem maior do que ficar 24 horas sentado diante de um computador.   

Por: Iara Reis e Letícia Nunes.



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