As redes sociais e a mídia em si, oferecem ao consumidor uma oportunidade única de transparecer sua opinião, elogios e insatisfações. Essa ferramenta torna a relação empresa-consumidor muito mais dinâmica, direta e democrática. Isso, de certa forma, molda as empresas ao gosto e as necessidades do consumidor. Praticamente, não é mais possível que empresas com produtos de má qualidade se perpetuem, já que o consumidor irá, prontamente, denunciá-la a rede. Rede esta, lotada de outros consumidores assíduos e insaciáveis em busca de opiniões sobre os produtos que desejam.
Em outra época, as empresas se alongavam um tanto mais para atender os consumidores e as suas expectativas. Principalmente, quando estas reclamações eram sobre as más condições do material. Diferente de hoje, as informações demoravam a serem transmitidas, a única maneira era passá-las de boca a boca. Hoje, elas viajam rapidamente através das mídias sociais, que fornecem diversas opções de divulgação.
Encontramo-nos hoje, em uma era onde o consumidor é a majestade. E as empresas são meros súditos, prontos para acatar qualquer ordem de seu superior. Ele dita as regras, as molda conforme seus próprios conceitos. Ao contrário do quadro que encontrávamos antigamente, o consumidor não mais precisa se conformar com o mau atendimento, instalações precárias, demora no serviço e produtos duvidosos. Ele, hoje, além de ter mais voz, conta com mais opções no mercado, que é também, muitas vezes, virtual. Além do surgimento de consumidores exigentes, as firmas precisaram se reestruturar para rebater a nova onda de empresas online. Estas apresentaram e apresentam maior comodidade e maiores vantagem na hora da compra.
A selvageria da concorrência é provavelmente desconfortável para os empreendedores. Mas para nós, consumidores... ISSO É MARA!
Por: Ana Clara Vetromille e Paula Vigneron
Por: Ana Clara Vetromille e Paula Vigneron

Nenhum comentário:
Postar um comentário